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05/11/2018 14h37
Por: Zadir de Souza
Fonte: Da Redação
Coluna política
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CÂMARA

# - Passada a refrega eleitoral que conduziu Jair Bolsonaro à presidência da República e reconduziu Reinaldo Azambuja ao Parque dos Poderes, as moagens políticas estão voltadas de agora até dezembro para a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores em Ponta Porã. E as articulações estão a “full”. Literalmente os dezessete parlamentares municipais querem a cadeira do presidente tucano Candinho Gabínio, inclusive ele próprio, conforme comentário pelos corredores do Poder Legislativo.

Mas a cautela ainda é premissa neste início das conversações. Ninguém fala abertamente que é candidato a candidato a presidente, queimando cartucho desnecessariamente.

ANNIE

# - Pelos corredores a conversa gira em torno de um acordo feito na eleição passada e que agora resultaria no fechamento da composição da Mesa Diretora tendo a atual 1ª secretária Annie Espíndola como candidata à presidência. O grupo dos 11 – que em tese seria 9 na verdade – não estaria totalmente fechado em torno dessa montagem tendo Annie à frente do Legislativo em 2019. Existem algumas arestas a serem lapidadas para qualquer avanço nesse caminho.

A base do prefeito Hélio Peluffo na Câmara é composta por 10 vereadores: Annie, Marquinhos, Rony Lino, Vanderlei Avelino e Candinho (todos do PSDB); Adãozinho Dauzacker (PDT); Miudinho (PTB); Laércio Martins (PC do B); Edevaldo Mattoso (SD); Bete Almeida (PHS).

A oposição é representada pelos vereadores Farid Afif e Daniel Marques (PMDB); Paulo Roberto (PT); Jelson Bernabé (PRB).

Flutuam Otaviano Cardoso (PSDB), Neli Abdulahad (DEM) e Edinho Quintana (PHS).

XADREZ

# - O jogo está sendo jogado e em tese o G-10 faria o presidente e toda a Mesa Diretora tranquilamente, sem maiores atropelos. Mas há de se considerar que dentro do grupo há pelo menos três nomes gravitando na órbita eleitoral pretendentes ao cargo de presidente: Candinho e Annie (PSDB) e Miudinho (PTB). Correndo por fora estariam o pedetista Adão Dauzacker e Edevaldo Mattoso, do Solidariedade.

Se levarmos em conta a matemática e colocar o rabisco na ponta do lápis, o G-10 dificilmente perde espaço. Mas, o jogo é jogado e a democracia tem seus altos e baixos.

VIOLA

# - A votação obtida pelo ex-presidente do Sindicato Rural de Ponta Porã, José Alves, o Zé da Viola – ou o pai da dupla sertaneja Jads e Jadson – para a Câmara Federal, levantou poeira no tablado e tem gente lembrando dele como pré-candidato a prefeito. Primeiramente que uma eleição não tem nada a ver com outra; “segundamente” que os votos do Zé da Viola é fruto da febre Jair Bolsonaro, a mesma que levou a advogada Soraia Tronicke ao Senado Federal.

Portanto, dizer hoje que ele é um “forte” concorrente seria adoçar o adoçante. Como ele, existem pelos menos outros “17” pretendentes.

MORO

# - Nessas mesmas projeções, já tem analistas políticos apontando o juiz e futuro Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro como nome forte a suceder o recém eleito presidente Jair Bolsonaro em 2022, já que pelas declarações, ele (Bolsonaro) não seria candidato à reeleição.

No Estado, quem já se lançou candidato a candidato a prefeito da capital é o ex-juiz Odilon de Oliveira. “Não descarto essa possibilidade”, disse à imprensa capitalina.  

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