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Bebê de 5.5 kg nasce na maternidade do Hospital Regional de Ponta Porã

Arthur Barbosa de Souza nasceu na última quinta-feira (3) e tem 59 cm; acompanhamento médico irá auxiliar para impedir que ele desenvolva diabetes na fase adulta

07/10/2019 09h02 Atualizada há 8 meses
Por: Zadir de Souza Fonte: Camila Fernandes
Bebê de 5.5 kg nasce na maternidade
Bebê de 5.5 kg nasce na maternidade

Um bebê de 5.520 kg e 59 cm nasceu de parto cesárea na Maternidade do Hospital Regional Dr. José de Simone Netto, em Ponta Porã (MS). Arthur Barbosa de Souza veio ao mundo na última quinta-feira (03/10) com 38 semanas. A mãe do bebê, Elizandra Chimenes Barbosa, 37 anos, conta que se surpreendeu com o tamanho do recém-nascido. “Durante a ultrassom o médico disse que poderia ser grande, mas não imaginei que ele fosse crescer tanto. A maioria das roupas e fraldas não serviram, tivemos que providenciar roupas maiores”, contou.

É o segundo bebê que nasce este ano, com o peso maior que a média, na maternidade do Hospital Regional de Ponta Porã, unidade gerenciada pelo Instituto Acqua em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (SES). Em fevereiro nasceu Rafael Gomes Gonçalves pesando 5.720 kg.

Mãe de três filhos, Elizandra conta que a gestação inspirou cuidados. “Logo nos primeiros meses tive que ficar de repouso por risco de aborto e depois conforme foi crescendo a barriga o peso me causava muitas dores. Tive que repousar nesse período. Meus dois filhos mais velhos nasceram com o peso normal”, relatou. “Nossa família também ficou surpresa, minha família toda é alta, mas ninguém imaginava que o Arthur nasceria com 59 cm”, comentou o pai do bebê, Luan de Souza Costa.

O médico ginecologista e obstetra, Edgar Montiel, explicou a condição que levou o ganho de peso do bebê. “A macrossomia fetal é caracterizada pelo excesso de peso em recém-nascidos. O diabetes mellittus é um dos fatores associados à macrossomia fetal que também podem incluir genética, duração da gestação e presença de diabetes gestacional. O parto da paciente foi cesárea e nesse primeiro momento há necessidade do pediatra monitorar os quadros hiperglicêmicos para impedir que ele desenvolva diabetes na fase adulta", afirmou. 

 

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